O diretor de Hollywood iria participar como consultor artístico dos jogos, mas decidiu retirar-se por discordar das políticas de Pequim. Segundo ele, é impossível concordar com o fato de o governo local financiar o conflito armado no Sudão, país a nordeste da África, e ao mesmo tempo sediar as Olimpíadas com o slogan “um mundo, um sonho”.
A decisão foi duramente criticada pela embaixada da China em Washington, mas foi apoiada por Ahmed Hussein Adam, porta voz do Movimento da Igualdade e da Justiça (JEM), que promete convidar países e atletas a boicotarem as olimpíadas caso o governo chinês continue indiferente às críticas.









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